A tranquilidade de ter coberturas médicas quando necessário depende não só da qualidade do serviço, mas também da manutenção regular das obrigações contratuais — em especial o pagamento das mensalidades. A falta de pagamento pode resultar na suspensão temporária da cobertura assistencial ou, em casos mais graves, no cancelamento definitivo do contrato, conforme previsão Regulamentar, com impacto direto na proteção da saúde dos beneficiários, de acordo com a Lei nº 9.656/1998 e a Resolução Normativa nº 593/2023 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Consequências práticas para o beneficiário
Por que manter a regularidade do pagamento é também proteger sua saúde
Perder temporariamente o acesso a consultas, exames e procedimentos significa adiar diagnósticos, tratamentos e seguimento de doenças crônicas — o que pode piorar prognósticos e aumentar custos futuros, tanto para o beneficiário quanto para a própria gestão de saúde da empresa. Regularizar pagamentos é, portanto, uma medida preventiva de saúde.
Orientações práticas para beneficiários
A manutenção do pagamento em dia é uma responsabilidade partilhada: protege o beneficiário, preserva a continuidade do cuidado e evita ações administrativas ou judiciais desnecessárias. Manter a regularidade das mensalidades é proteger a sua saúde, a da sua família e o equilíbrio do plano que cuida de todos.
A Real Grandeza acaba de lançar uma cartilha com orientações voltadas aos beneficiários sobre o uso responsável e sustentável do plano de saúde. O material busca incentivar boas práticas no dia a dia, sem restringir o acesso aos serviços, promovendo mais eficiência e transparência no atendimento
O guia traz informações claras e práticas para o combate a fraudes e desperdícios, que representam não apenas prejuízos financeiros, mas também comprometem a qualidade dos serviços prestados. Nos últimos anos, operadoras em todo o país registraram milhares de notícias-crime e ações cíveis contra fraudadores de planos médicos e odontológicos, reforçando a necessidade de atenção e conscientização sobre o tema.
“O material também traz exemplos de situações que podem indicar uso indevido, para que cada beneficiário reflita e compreenda como utilizar o plano de forma consciente e saudável”, explica a enfermeira Angélica Lima, que é a analista responsável pela elaboração da cartilha.
Além de alertar para os riscos, como dito por Angélica, a cartilha apresenta medidas simples que podem ser adotadas pelos beneficiários para prevenir desperdícios e irregularidades, fortalecendo a confiança entre todos os envolvidos e assegurando o bem-estar coletivo.